Perguntas mais freq√ľentes

1. Um casaco de peles é um produto ecológico?

Sim, porque prov√©m da mat√©ria-prima natural e org√Ęnica, al√©m de ser confeccionada com muita t√©cnica, que possuem baixo impacto ambiental. O √ļnico verdadeiro casaco de peles √© aquele que tem proveni√™ncia animal. As peles s√£o adquiridas de fazendas com cria√ß√Ķes e do excesso do selvagem.

 

2. Temos o direito de utilizar os animais para nos vestir e alimentar?

Vestir-se e cozinhar é uma característica da humanidade. O Homem tem o mesmo direito de qualquer outra espécie de usufruir a natureza em caso de superpopulação de uma determinada espécie de animal.Do ponto de vista ecológico será um fator importantíssimo para a harmonia e as necessidades da humanidade, com a conservação das reservas naturais.

 

3. Como pode ser “ecol√≥gico” um produto baseado na morte de um animal?

“Ecol√≥gico n√£o significa Animalista”, mesmo que a m√≠dia tenha colocado o p√ļblico em confus√£o.A ecologia, realmente, se preocupa em preservar os animais no que diz respeito √† esp√©cie; o animalista salvaguardar os animais como indiv√≠duos.Um casaco de peles √© ecol√≥gico, pois n√£o √© confeccionado com animais em vias de extin√ß√£o.

3a. N√£o confeccionamos nenhum artigo com peles de animais em extin√ß√£o. Sabendo-se que os “alimentos saud√°veis” est√£o colocando em EXTIN√á√ÉO, o nosso Pulm√£o, a Amaz√īnia, a maior floresta tropical do planeta. Desde do ano de 1500, onde todos os principais ciclos econ√īmicos desde a explora√ß√£o do pau-brasil, a minera√ß√£o do ouro e diamantes, a cria√ß√£o de gado, as planta√ß√Ķes de cana-de-a√ß√ļcar e caf√©, a industrializa√ß√£o, a exporta√ß√£o de madeira e, mais recentemente, o plantio de soja e fumo, desalojando a Mata Atl√Ęntica.

 

4. Realmente é necessário criar animais para a confecção de vestuário?

Sim. Porque para comer e vestir-se o homem não pode mais ter como ponto de referência, somente a natureza.A urbanização leva à necessidade do aumento da agricultura, diminuindo a área de vida selvagem, que se torna insuficiente para as necessidades de uma população humana cada vez mais numerosa.Por isso a criação em cativeiro serve para suprir as necessidades do ser humano, contribuindo para manter a reprodução dos animais.

 

5. Visons e raposas de criação são animais selvagens?

N√£o, os animais nascem em cativeiro e s√£o bem diferentes dos pais selvagens, pois foram selecionados por mais de 80 gera√ß√Ķes. A cria√ß√£o do vison, por exemplo, s√£o notavelmente maiores do que os seus parentes selvagens, e a taxa de reprodu√ß√£o s√£o elevad√≠ssimas.

 

6. Os animais de peleteria sofrem quando s√£o mortos?

N√£o, porque estes s√£o suprimidos com m√©todo indolor usado em animais dom√©sticos doentes. Por esse m√©todo necessitar de autoriza√ß√£o para ser utilizado, o mesmo deve causar a morte instant√Ęnea e sem sofrimento dos animais.

 

7. Temos o direito de utilizar os animais, da carne para alimentação, do couro e da pele para vestuário?

Os animais criados em cativeiro são muito mais reprodutivos, em relação ao ambiente onde vivem, assim o homem aproveito-se dessa situação satisfaz suas próprias necessidades. Por outro lado deve proteger o ecossistema para não colocar em perigo nenhuma espécie da fauna.

 

8. Qual a ética proposta pela associação Swiss Fur?

Ser consciente da responsabilidade em gerir a natureza e seu ambiente, devendo proteger cada espécie e adequando-se às normas nacionais e internacionais (Convenção de Washington). Promover uma legislação de proteção animal internacional, principalmente através da IUCN. Podendo dar um meio de sobrevivência às pessoas que vivem exclusivamente da natureza, valorizando o trabalho artesanal, suas técnicas e modo de vida tradicional para a confecção de artigos em peles.

 

9. O que dizem os especialistas sobre as condi√ß√Ķes dos peleteiros com rela√ß√£o √† atividade deles?

Dr. P. Dollinger, vice-diretor do setor veterin√°rio federal:”O setor da peleteria h√° demonstrado atrav√©s da sua reciprocidade sobre os problemas do controle da fauna, que o uso e a prote√ß√£o dos animais selvagens n√£o s√£o incompat√≠veis entre eles. Esse √© um exemplo para os outros setores industriais que utilizam a mat√©ria prima proveniente de animais selvagens”.

 

10. Harvey Jessup, Biólogo, Setor Florestal de Yukon, Canadá:

“O uso de animais ca√ßados √© uma coisa muito sensata. Pois a popula√ß√£o de rato mosqueado morre anualmente 70% por causa da fome, doen√ßa ou inimigos naturais. Esta popula√ß√£o sempre persiste igual e em propor√ß√Ķes dos alimentos dispon√≠veis. Ent√£o porque os ca√ßadores n√£o podem viver da ca√ßa do rato mosqueado e usufruir dessa super popula√ß√£o?”.

 

11. Dr. E. Fredericksen, veterinário e presidente da Associação para a proteção dos animais dinamarqueses:

Rejeito na maneira mais absoluta as monstruosas afirma√ß√Ķes sobre a cria√ß√£o de animais para peleteria na Escandin√°via feitas por certas organiza√ß√Ķes extremistas. As IMAGENS apresentadas e afirma√ß√Ķes feitas N√ÉO correspondem √† realidade e √© CRUEL dizer que tal coisa seja colocada na m√≠dia somente com o intuito de proteger os animais: ou seja, n√£o faz HONRA aos autores dessas imagens”.

 

12. Dr. B. Hunter, veterin√°rio da Universidade de Guelph (Canad√°):

“A cria√ß√£o comercial do vison √© uma atividade econ√īmica est√°vel com progressos constantes na alimenta√ß√£o, na gen√©tica e na sa√ļde”.

 

13. Dr. Gunnar Krantz, presidente e chefe da veterinária da Federação sueca da sociedade para a proteção dos animais:

“Para ser um criador precisa amar os animais. N√£o √© f√°cil trabalhar com os animais da peleteria. Cada dia da semana e por 52 semanas do ano precisa aliment√°-los, cur√°-los e distra√≠-los. Sen√£o o criador subir√° muito rapidamente a uma diminui√ß√£o da rentabilidade”.

 

14. A n√≠vel internacional, qual seria a import√Ęncia das na√ß√Ķes que vivem principalmente dos produtos da fauna (carne, leite, peles, gordura, ossos, etc)?

No Canad√°, Groenl√Ęndia, Alaska, Sib√©ria, Amaz√īnia, Terra Nova, Lap√īnia, √Āfrica, √Āsia, Afeganist√£o e Nova Zel√Ęndia, o uso de artigos em peles √© √† base de vida para milh√Ķes de pessoas.

 

15. Qual artigo em peles seria o mais ecológico, o sintético ou aquela natural?

Para a fabricação do tecido sintético na base são utilizados produtos químicos. Citaremos um exemplo: um casaco de pele sintética precisa para a fabricação muitos litros de petróleo e o seu absorvimento na natureza durará muitos séculos.

 

16. Qual a proveniência das peles utilizadas na peleteria?

A maior parte das peles usadas na Alemanha (46.9% das importa√ß√Ķes) s√£o de cria√ß√£o, principalmente da Escandin√°via, Am√©rica do Norte, R√ļssia, Pol√īnia e dos Pa√≠ses B√°lticos. As principais esp√©cies s√£o: o vison, a raposa, o castor spitz, o mourmaski, o gamb√° e a chinchila. No segundo grupo em ordem de import√Ęncia com 37,8% s√£o cria√ß√Ķes nos campos, como: carneiro, cabra, Karukul, coelho e vitelos. As peles dos animais “daninhos”, pois destroem o equil√≠brio da fauna ou por arruinar planta√ß√Ķes ou outras cria√ß√Ķes, ou pelo fato de destru√≠rem e/ou colocarem em risco as constru√ß√Ķes feitas pelo Homem (diques na Holanda), ou simplesmente propagam doen√ßas, correspondendo ao 15,3% das importa√ß√Ķes. Estes √ļltimos animais s√£o; rato do musquiado, a marmota, o diabo da Tasm√Ęnia, o castor spitz, a raposa vermelha, o coelho selvagem, o coiote, a topeira e o hamster. Peles vindas da ca√ßa ou pelos ind√≠genas como: indianos, Inuits ou esquim√≥s, ou tamb√©m para proteger a pr√≥pria vida selvagem, fazem 0,2%. Essencialmente s√£o: castor, lince vermelha, esquilo, zibelina, foca adulta, etc.

 

17. Tem uma certa contradi√ß√£o entre os objetivos dos defensores dos “direitos” dos animais e aqueles do movimento ecol√≥gico?

Em certos casos, sim. Em particular no Canad√°. Os defensores dos “direitos dos animais” justificam os ataques √†s armadilhas e ca√ßadores para o bem da fauna. As conseq√ľ√™ncias s√£o a destrui√ß√£o dos territ√≥rios ecologicamente intactos pelas ind√ļstrias! Sem mencionar a sobreviv√™ncia das popula√ß√Ķes ind√≠genas, parte integrante do ambiente, n√£o? O bi√≥logo Harvey Jessup comenta que, coma proibi√ß√£o da ca√ßa comercial, compreende inclusive a √ļltima gest√£o da fauna, deveria ser feita por funcion√°rios do estado e pagos para isso.

 

18. Quais s√£o as conseq√ľ√™ncias ecol√≥gicas se proibirem de utilizar os animais?

Cada esp√©cie animal que se multiplica em um n√ļmero excessivo em rela√ß√£o ao seu habitat, √© destinada um breve termine, havendo uma auto-regula√ß√£o natural, atrav√©s da fome e doen√ßa. As esp√©cies fortes se reproduziram at√© atingir uma superpopula√ß√£o destruindo as esp√©cies mais fracas: as lutas e o canibalismo s√£o naturais quando h√° super popula√ß√£o. Enfim, como veremos no cap√≠tulo seguinte, a prolifera√ß√£o de certas esp√©cies tem e ter√° conseq√ľ√™ncias desastrosas para a fauna e para o Homem.

 

19. Os caçadores de peles salvaguardam os animais?

Naturalmente, sim! √ą interesse deles a n√£o dizimar as esp√©cies, visto que √©, a atividade e a sobreviv√™ncia deles. Por isso n√£o existe exemplo de esp√©cie amea√ßada por causa dos ca√ßadores que trabalham para o setor da peleteria. Quais s√£o os meios? Como s√£o aplicadas?S√£o usadas armadilhas ou arma de fogo. Particularmente, no Canad√°, porque √© o maior exportador de peles selvagens, armadilhas e ca√ßadores s√£o extremamente bem instru√≠dos. Para obter a licen√ßa de ca√ßa, devem estar sempre cientes do funcionamento e do uso das armadilhas e sobre a quota de captura. O guarda florestal sempre verifica se est√£o respeitando as normas.

 

20. Porque são necessárias as armadilhas pra o equilíbrio da fauna e do ambiente?

Como √© a situa√ß√£o da Su√≠√ßa e no exterior?Servem para delimitar a prolifera√ß√£o das esp√©cies que ficaram invadentes ou desastrosas. Exemplos: Nos Cant√Ķes su√≠√ßos na Su√≠√ßa e Turquia e no vale do Reno, como tamb√©m em numerosos lugares na Holanda, a prolifera√ß√£o do rato mosqueado, que destroem maci√ßamente os diques, canais e margens, constringe as autoridades a controlar a reprodu√ß√£o com as armadilhas. As raposas, transmissoras da raiva e ca√ßadoras dos galos selvagens (gallus morion – s√£o indispens√°veis para a fertiliza√ß√£o do solo), devem ser ca√ßadas, tamb√©m com armadilhas, todos os anos na Su√≠√ßa. O mesmo acontece na Nova Zel√Ęndia com os diabos da Tasm√Ęnia que destroem a vegeta√ß√£o e s√£o transmissores da tuberculose bovina. Popula√ß√£o estimada: 70 milh√Ķes de diabos da Tasm√Ęnia.

 

21. O que diz o famoso comandante Jean-Yes Cousteau no que diz respeito a caça das focas?

Em uma transmiss√£o televisiva francesa do diz 21 de abril de 1991¬ļ Comandante Cousteau confirmou o que os licenciados e especialistas na mat√©ria sempre dizem: “Considerando a necessidade de manter o constante equil√≠brio entre a civiliza√ß√£o e a vida nativa, √© indispens√°vel que as popula√ß√Ķes de ca√ßadores Inuits e da Terra Nova possam continuar a utilizar a foca como renda, inclusive casacos de peles”.

 

22. Como surgiu a polêmica contra a caça da foca?

Em 1964, na falta de um regulamento internacional para o √Ārtico, ca√ßadores de diversas nacionalidades fizeram um verdadeiro massacre, ca√ßando grandes quantidades de focas, e principalmente a ca√ßa era feita com helic√≥pteros. Atrav√©s de um grupo de cineastas, que estavam filmando uma propaganda para a televis√£o em Quebec, denunciaram o esc√Ęndalo. Grupos extremistas aproveitaram do acontecimento, para produzirem outro filme, bem diferente, ou seja, enganoso, que foi amplamente difundido no mundo inteiro: como um pode um p√ļblico, que nunca presenciou uma matan√ßa ou um animal esquartejado numa fazenda, poderiam resistir a emo√ß√£o da vista do sangue no √Ārtico? De qualquer maneira, constatou-se que entre os anos de 1964 e 1973, este esc√Ęndalo rendeu monetariamente para certos grupos de ecologistas.Em 1967, a peleteria su√≠√ßa membro da Associa√ß√£o Swiss Fur renunciaram voluntariamente a comprar peles e casacos de baby-foca. Esta ren√ļncia foi respeitada, como confirmada pela estat√≠stica alfandeg√°ria. As pol√™micas campanhas em m√©rito a prote√ß√£o das focas, tiveram tamb√©m conseq√ľ√™ncias catastr√≥ficas: ningu√©m se interessou nem mesmo pelas peles de foca adulta, vital fonte de renda para os Inuits. No ano seguinte, pescadores e ca√ßadores tamb√©m sofreram drasticamente, essas pessoas, contra a vontade deles, ser√£o assistidas ao 100% do governo Dinamarca e Canad√°. No ano de 1973, depois de longos debates e tentativas da parte dos pa√≠ses interessados, foi aprovado um regulamento para evitar o abuso no √Ārtico e suas √°guas: a ca√ßa √© regular, as quotas fixadas e a ca√ßa ilegal proibida. Uma apositiva conseq√ľ√™ncia dessa regulamenta√ß√£o: foi a ren√ļncia do Greenpeace com a publicidade contra a ca√ßa das focas e suas desculpas aos Inuits.

 

23. Qual a proveniência da criação dos animais com peles e utilizados na peleteria?

Cerca de 90% das peles v√™em de cria√ß√Ķes e da agricultura. A cria√ß√£o √© praticada em v√°rios pa√≠ses e regi√Ķes, principalmente: Canad√°, USA, Escandin√°via, Fran√ßa, B√©lgica, Holanda, Pol√īnia, Tchecoslov√°quia, China, Paquist√£o, Nam√≠bia, Espanha, Ex-U.R.S.S. Em qualquer lugar que esteja em vigor normas estabelecidas e controladas dos Minist√©rios da Agricultura ou dos Departamentos veterin√°rios nacionais. O mesmo ocorre para os grandes criadores de ovelhas e cabras na Espanha, It√°lia, Pa√≠ses B√°lticos, Pa√≠ses ex-sovi√©ticos, China, Paquist√£o, Nam√≠bia, Peru, Argentina, etc. Muitos desses Pa√≠ses s√£o de terceiro mundo ou em via de desenvolvimento, para os quais a vende de peles para a peleteria √© uma importante fonte de divisas para o desenvolvimento econ√īmico.Desde XIX s√©culo presenciasse a cria√ß√£o de animais para peleteria na Am√©rica, depois se propagou para a Europa no in√≠cio do pr√≥ximo s√©culo.

 

24. O que seria um “breitschwanz” e qual o seu valor comercial?

Essa √© a esp√©cie mais resistente entre a ovelhas.Origin√°ria da √Āsia central, esta esp√©cie atualmente √© criada nas regi√Ķes √°ridas do Afeganist√£o, da ex-Uni√£o Sovi√©tica e da √Āfrica. A ovelha Karakul ou Persiano (ovelha da P√©rsia) fornece alimento (carne e leite) e contribui pra a prote√ß√£o da vegeta√ß√£o que avan√ßa pelo deserto. Por√©m, o Homem deve controlar a reprodu√ß√£o porque apenas 1/4 dos rec√©m-nascidos encontraram alimento suficiente no seu habitat.Este nome, breitschwanz, indica artigo em peles de ovelha de Karakul que nasceu morto ou prematuro. O seu valor pode ser 10 vezes mais baixo em rela√ß√£o ao da sua m√£e Karakul que chega de um rebanho de cria√ß√£o. Menos da metade dos breitschwanz podem ser utilizadas no setor da peleteria. O resto √© sem valor, pois a pele √© muito fina. Por outro lado n√£o existe nenhum meio para saber o tamanho dos fetos dentro do ventre da m√£e. **Por isso √© absurdo dizer que o Homem prova deliberadamente abortos. A riqueza dos pastores consiste sobre tudo no n√ļmero de animais vivos que possui.

 

Peles

N√£o existem leis espec√≠ficas para a prote√ß√£o dos animais “de peleteria”, sejam selvagens ou de cria√ß√£o. Mas existem normas √° serem aplicadas:1) A Conven√ß√£o Europ√©ia sobre a prote√ß√£o dos animais de cria√ß√£o, adotada em Estrasburgo, no dia 10 de mar√ßo de 1976 e aceita pela It√°lia dia 14 de outubro de 1985, n.623, que averigua as cria√ß√Ķes de animais “de peleteria”;2) A Conven√ß√£o de Washington, que protege as esp√©cies em via de extin√ß√£o ou amea√ßadas de extin√ß√£o;3) O Regulamento CEE 325/91 que de janeiro de 1995 deveria proibir a compra de peles de treze esp√©cies e o uso e a fabrica√ß√£o das armadilhas, alterado com decis√£o COM (97) 251 def. e sucessivas altera√ß√Ķes.4) A Lei n.623 de 14 de outubro de 1985 estabelece as regras relativas ao tratamento dos animais de cria√ß√£o, no que diz respeito, as instala√ß√Ķes, higiene, alimenta√ß√£o e tratamento veterin√°rio.5) A Diretiva 93/119 CE de 22 de dezembro de 1993 sobre a prote√ß√£o dos animais durante o corte ou o abatimento, que anexo F prev√™ os m√©todos de morte para os animais de peleteria.6) D.Lgs 5 de fevereiro de 1997, n. 22 – Atua√ß√Ķes das diretivas 91/156/CEE sobre detritos, 91/689/CEE sobre detritos perigosos e 94/62/CEE sobre embalagens ¬†e detritos de embalagem (Publicado no S.O. da Gazeta Uficial n.38 de fevereiro de 1997).*Em rela√ß√£o, as pessoas f√≠sicas que possuem um artigo em peles de animais protegidos, a Lei de 7 de fevereiro de 1992, n.150, como alterada da D.L. 12 de janeiro de 1993, n.2, convertido na Lei de 13 de mar√ßo de 1993, n.59, sucessivamente alterada e inclus√Ķes, ¬†dita as disciplinas dos reatos aplicados na It√°lia, da Conven√ß√£o de Washington. Em resumo, a partir de 05 de janeiro de 1995, n√£o era necess√°rio fazer uma declara√ß√£o √†s autoridades, os possuidores de artigos em peles, mesmo de esp√©cie protegida, a menos que n√£o sejam colocadas √† venda.

Outras Normas

O propriet√°rio da atividade de cria√ß√£o tem a obriga√ß√£o de ter a inscri√ß√£o no registro das empresas na C√Ęmara de Com√©rcio, em que a disciplina √© seguida pelo Decreto Regio de 20 de setembro de 1934, n.2011 e sucessivamente alterada (L. de 4 de novembro de 1981, n.630; D.L. de 22de dezembro de 1981, n. 786; D.M. de 9 de mar√ßo de 1982; D.M. de 17 de julho de 1987, n.305). ¬†Aplicando-se tamb√©m para detritos l√≠quidos o Decreto Legislativo de 152/99 e sucessivas altera√ß√Ķes e inclus√Ķes.

Curiosidade

A) CANAD√Ā: “…A partir da segunda Guerra Mundial…Inicialmente, a explora√ß√£o das riquezas florestais (madeira e peles de animais) foi o grande propulsor da penetra√ß√£o europ√©ia no Canad√°. A ca√ßa j√° n√£o √© atividade significativa, nem se usam os antigos m√©todos: h√° uma rigorosa legisla√ß√£o conservadora, e a obten√ß√£o de peles √© da responsabilidade de fazendas que se dedicam √† cria√ß√£o de animais espec√≠ficos, como a raposa, a marta, o castor, a lontra, o rato-almiscareiro e especialmente o vison, que concentra mais da metade do valor do com√©rcio de peles canadense. Montreal √© um dos principais mercados do produto em todo o mundo…”.

B) **As cria√ß√Ķes de animais para peleteria est√£o concentradas principalmente na Europa. A Uni√£o Europ√©ia possui 67% da produ√ß√£o mundial de vison e 70% de raposa. A Dinamarca ocupa o primeiro lugar na classifica√ß√£o internacional de produtores exportadores de peles de vison, mat√©ria prima de extrema import√Ęncia para a peleteria internacional; a Finl√Ęndia, por sua vez, √© o maior produtor mundial de peles de raposa, outra mat√©ria prima fundamental do setor**.** Os principais leil√Ķes de peles para peleteria, t√™m sede em Copenhagen, Heliski, Oslo, Nova York, San Pietroburgo, Seattle e Toronto: onde a maior parte das peles n√£o s√£o beneficiadas e s√£o vendidas para o mundo inteiro. Depois as peles s√£o beneficiadas e se o caso tingido. Na Uni√£o Europ√©ia esse processo de beneficiamento se localiza na It√°lia, Francia e Alemanha, ap√≥s esse trabalho as peles est√£o prontas para serem transformadas em casacos de peles ou acess√≥rios para um artigo em tecido ou utilizadas para a produ√ß√£o detalhes**.C) **EFBA – European Fur Breeders’ Association Constitu√≠da em 1968, a European Breeders’ Association (EFBA) √© uma organiza√ß√£o; com 16 associa√ß√Ķes nacionais de criadores de animais parapeleteria em toda a It√°lia, representam 8 mil criadores. **IFTF – Internacional Fur Trade Federation Fundada em 1949, √© uma federa√ß√£o independente com 34 associa√ß√Ķes e organiza√ß√Ķes nacionais de peleteria, que representa 28 pa√≠ses do mundo. Atrav√©s do seu trabalho e das atividades de seus Membros, a IFTF ¬†nos dias de hoje tenta ¬†mostrar a imagem real do setor da peleteria**.